Empreendimentos turísticos são “indispensáveis para a região”



Cláudia Monteiro

 

Para o presidente da Câmara de Grândola, os empreendimentos turísticos previstos para o Litoral Alentejano são “valorizadores e potencializadores da região e até do país”. Irão permitir a “fixação de população jovem, a criação de riqueza com pólo em Grândola, criação de empregos directos, indirectos e induzidos, novas actividades com aproveitamento de recursos existentes, inclusão de territórios marginalizados e valorização de património”, explica Carlos Beato.


O turismo é um “eixo estruturante do relançamento da economia portuguesa” e não se vivem tempos de “esbanjar oportunidades como estes investimentos turísticos” , até porque a “concorrência é fatal”, considera o autarca. E além disso estes empreendimentos visam “captar um turismo de qualidade” que tenha “um impacto positivo no Litoral Alentejano” e que contribua para o “aumento da riqueza e bem-estar das populações”, deixando também claro que “não pretende conflitos com o ambiente”.

 

Carlos Beato recorda que quando assumiu funções no município a população estava “apreensiva quanto ao futuro”, devido ao “aumento do desemprego e aos projectos e iniciativas empresariais que estavam há anos estagnados” e, após “ouvir os mais diversos agentes”, concluiu que “a estratégia para a região assenta no turismo”, quer pelas “especificidades do território quer pela consonância com a estratégia nacional”. Passados três anos o presidente garante que Grândola “tem aprovados três dos melhores projectos do país: Tróia, Costa Terra e Pinheirinho”.

 

O edil sublinha ainda que “todas as entidades que nos termos da lei se tinham de se pronunciar sobre estes empreendimentos deram parecer positivo”. Por tudo isto, o turismo “é e continuará a ser a aposta de Grândola”, um turismo em “consonância com o desenvolvimento e com o ambiente, rumo à qualidade de vida, à coesão social e ao bem-estar”.

 

Setúbal na Rede, 26/05/2006