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Comissão de Proprietários
da Urbanização da Galé
Acta da Reunião de Proprietários da Urbanização da Galé, 19 de Agosto
de 2006 18:00
Lotes Representados (25): 5, 16, 24, 26, 27, 28, 33, 48, 49, 52,
53, 56, 58, 59, 60, 61, 63, 67, 70, 71, 73, 77, 82, 86, 91
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Acções desenvolvidas pela Comissão
entre Setembro de 2004 e Agosto de 2006
Durante a reunião foram percorridos os
vários temas que mereceram a atenção da CPUG, tendo sido detalhadas as
acções desenvolvidas e o actual ponto de situação, como abaixo se
descrimina:
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Prevenção de incêndios
A comissão centrou a sua acção na criação de
um corta-fogo a norte da urbanização, uma vez ser esta a frente de maior
risco dados os ventos dominantes.
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Out 2004: Iniciados contactos com DGRF,
NFAL e CMG para limpeza do terreno a norte.
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Fev 2005: Visita do Engº Keil do Amaral
(NFAL) à urbanização
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Mar 2005: Limpeza do terreno junto às
moradias pelos proprietários
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Abr 2005: Reunião entre a CMG e o NFAL em
que o caso da UG é abordado
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Abr 2005: Reunião entre CPUG e CMG onde o
assunto é discutido
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Mai 2005: CMG utiliza uma máquina
utilizada nas imediações para limpar uma faixa de 4 metros junto às
habitações
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Jun 2005: CPUG insiste junto da CMG e NFAL
para a insuficiência da acção
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Ago 2005: Reunião entre CPUG e CMG onde o
assunto é discutido. CPUG sugere executante da
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Ago 2005: Contactado o presidente da JFM
que levou o assunto a reunião com a CMG a 9 de Agosto
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Ago 2005: É efectuada a limpeza de uma
faixa de 50 metros no terreno a norte.
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Nemátodo do Pinheiro
A CPUG acompanhou junto do Ministério da
Agricultura e das organizações florestais envolvidas, a marcação e abate
dos pinheiros afectados por esta moléstia.
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Dez 2004: Feito levantamento dos pinheiros
afectados
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Dez 2004: Iniciados contactos com CMG e
DGRF pedindo a marcação e abate dos pinheiros afectados
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Jan 2005: Identificados interlocutores na
DGRF e ANSUB
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Jan 2005: Obtidas autorizações de marcação
e abate e enviadas à DGRF
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Fev 2005: Marcação dos pinheiros afectados
pelas equipas da ANSUB
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Jun 2005: Abate dos pinheiros
identificados pelas equipas da ANSUB
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Nov 2005: Feito levantamento dos pinheiros
afectados
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Dez 2005: Obtidas autorizações de marcação
e abate e enviadas à DGRF
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Jul 2006: Abate dos pinheiros afectados
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Deposição de restos de cortes no pinhal a
norte
Desde o verão de 2005 que se tem vindo a
notar a acumulação de restos de cortes de árvores junto à estrada de
terra que existe no pinhal a norte. É um factor adicional de risco para
o pinhal e para a nossa urbanização.
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Set 2005: CPUG comunica à CMG (DASU) o que
se está a passar, relacionando o caso com as normas de deposição de
resíduos de jardinagem divulgados pela CMG em Agosto de 2005
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Mai 2006: Reunião entre CMG e CPUG onde o
assunto é abordado
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Jul 2006: CPUG envia carta à CMG alertando
de novo para o problema
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Abate Ilegal de Pinheiros na Falésia
Foram abatidos muitos pinheiros na falésia a
noroeste da urbanização. A CMG recebeu uma queixa particular e
encaminhou-a para a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional
do Alentejo.
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Ago 2005: CMG transmite à CPUG ter
recebido uma queixa relativamente ao abate de pinheiros na falésia,
que irá encaminhar. CPUG confirma ter verificado o facto, alertada por
vizinhos.
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Dez 2005: CCDRA escreve carta à CPUG dando
conta da queixa e pedindo quaisquer dados adicionais
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Mar 2006: CPUG recolhe provas documentais,
identifica testemunhas e responde à CCDRA.
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Passadeira
A antiga passadeira em madeira estava já
bastante danificada, constituindo um perigo para todos, especialmente
para as crianças que a usavam. A nova passadeira que a CMG colocou peca
por ser escorregadia, sendo também ela perigosa e levando as pessoas a
ladeá-la, com o consequente desgaste das espécies que existem na nossa
falésia.
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Abr 2005: Em reunião com a CMG, a CPUG
pede a substituição da passadeira. Presidente da CMG promete a mesma
para antes da época balnear seguinte
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Jul 2005: Vereadora Núria Taberner visita
a urbanização e confirma precariedade da passadeira e perigo que
acarreta
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Ago 2005: Passadeira é substituída por uma
nova de material reciclado e durável
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Mai 2006: Em reunião com a CMG, CPUG
explica que passadeira é escorregadia e CMG promete intervir, sendo
sugeridas várias soluções: colocar um anti-derrapante, fazer degraus
na parte mais inclinada.
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Jul 2006: Enviada carta para CMG pedindo
novamente a intervenção
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Ago 2006: CPUG faz intervenção, colocando
degraus na parte mais inclinada e invertendo algumas das peças,
minorando o efeito de arrastamento da passadeira.
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Escada de acesso à praia
A escada de acesso à praia degradou-se
sobretudo com o Inverno de 2004, o qual foi bastante seco, levando a uma
maior erosão da falésia e inclinando a escada nalguns troços. Algumas
das traves de madeira estavam já podres e algumas guardas laterais foram
caindo. Na reunião foi debatido por todos o estatuto da escada, tendo-se
referido que no âmbito do ordenamento dos acessos à praia na Costa da
Galé, está apenas previsto um acesso a sul do parque que visa servir
este, a CostaTerra e a nossa urbanização.
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Jul 2005: Nivelamento de areias no troço
inicial e colocação de estrado anti-derrapante no último troço em
madeira
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Ago 2005: São colocadas guardas laterais
em eucalipto, por um vizinho
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Ago 2005: Pedidos dois orçamentos para
reparação da escada nos troços inicial e final, com nivelamento da
estrutura. Estes ultrapassam 1000 Euros, o que foi considerado
elevado. Dado que o verão estava a terminar, decidiu esperar-se pela
estação seca para tomar decisões
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Abr 2006: Colocados calços no troço
inicial, com a colaboração do Francisco Louro
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Ago 2006. Colocados calços e reparadas
algumas traves, com a colaboração do Francisco Louro
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Obras na entrada da urbanização
O facto da estrada de entrada na urbanização
ser de terra batida, fazia com que, no tempo de chuva, fosse arrastada
terra para a urbanização, bloqueando os colectores de água pluviais. A
Acresce que o Passeio junto ao lote 91 estava inacabado.
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Set 2004: Início dos contactos com a CMG
para serem concluídas as obras na entrada da urbanização.
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Abr 2005: Em reunião com a CMG, esta
assumiu que iria proceder às obras até à época balnear começar. CPUG
pediu também a remoção dos suportes de cancelas que existiam na
entrada.
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Jun 2005: Calcetamento do passeio é
efectuado
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Ago 2005: Em reunião com a CMG, CPUG
insiste na necessidade de proceder ao asfaltamento desde o início da
urbanização
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Set 2005: CMG asfalta troço entre entrada
do parque e urbanização
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Estrangulamento das vias de acesso à
urbanização em períodos de pico de afluência
Nos feriados de Junho, bem como durante
Agosto, com predominância por volta do feriado de 15, o estacionamento
de utentes do parque é caótico, estrangulando a entrada da urbanização.
A dificuldade de acesso para os proprietários da urbanização é notória,
sendo impossível o acesso de um carro de bombeiros ou de uma ambulância
à nossa urbanização. O encontro de estudantes de enfermagem, ocorrido
nesta Primavera, veio colocar uma nova fasquia no desordenamento que
ocorre com a sobrelotação do parque, com o estacionamento a invadir toda
a urbanização, bem como vários quilómetros da estrada de acesso.
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Mai 2006: Em reunião com a CMG, a CPUG
pediu a intervenção da CMG no sentido colocar pilaretes na via de
acesso à urbanização, para evitar o estacionamento de viaturas. CMG
disponibilizou-se para o fazer.
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Jul 2006: Na ausência de qualquer acção da
CMG durante os feriados de Junho, a CPUG insistiu por carta com a CMG
para a necessidade de evitar o estrangulamento no acesso à urbanização
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Cartões Acesso ao Parque de Campismo
Uma vez que o parque de campismo tem
colocado alguns entraves no acesso de pessoas da urbanização, sobretudo
durante o verão, a CPUG concordou em emitir novos cartões para os
vizinhos que o solicitassem. Durante muito tempo tal não foi necessário
porque bastava referir que se é da urbanização para aceder.
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EEAR e Esgotos
A EEAR receberá os esgotos do parque e da
urbanização e encaminhá-los-á para a ETAR. As condutas sob a urbanização
estão entupidas, uma vez que muitos proprietários ligaram directamente à
rede de esgotos que estava montada e não a uma fossa.
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Out 2005: Início da construção da EEAR
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Mai 2006: Em reunião com a CMG, CPUG
solicita que seja feita uma revisão às condutas de esgotos antes da
entrada em funcionamento da EEAR. Mostra também o seu descontentamento
com a estética da edificação – portas azuis. Num e noutro caso a CMG
prometeu intervir e elucidou que as obras de ligação dos esgotos à
conduta serão contratados pela CMG e pagas pelos proprietários.
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Jul 2006: É enviada carta à CMG reiterando
a necessidade da revisão à conduta de esgotos, o que ainda não tinha
acontecido.
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Receptáculos de Correio
Os CTT construíram um bloco de apartados na
entrada da urbanização e pediram à CPUG, via CMG, que fosse
disponibilizada a identificação dos proprietários.
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Out 2004: Início da Listagem de
proprietários
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Dez 2004: Envio aos CTT da listagem
obtida, sendo que não estava completa
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Mar 2005: Início da distribuição das
chaves correspondentes
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Abr 2005: CPUG obtém autorização para
poder enviar correio do bloco, com a colocação de uma caixa de correio
na porta
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Jul 2005: Substituição da porta a expensas
da CPUG.
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Lote 93
O casal Portela adquiriu o terreno
correspondente ao Lote 93 por conta de uma dívida que o promotor da
urbanização tinha com ele. Como este terreno estava destinada a uso
público, tentou-se salvaguardar os direitos da urbanização sobre o
mesmo, sem nunca ter havido acordo entre as parte no passado. CPUG
defendia a divisão em dois lotes, ficando um na posse da urbanização e
outro na posse dos Portela, havendo uma parcela desafectada para a
construção da EEAR com espaço suficiente para poder haver um espaço de
uso público – banco de jardim, etc. O casal Portela defendia a divisão
em três lotes, ficando um na posse da urbanização. A forma como se iria
formalizar a posse por parte da urbanização nunca foi concretizada.
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Ago 2005: Reunião com a CMG, em que a CPUG
é informada que terreno será dividido em dois lotes, ficando os dois
na posse dos Portela. Parcela de 100m2 para a EEAR desafectada. CPUG
discorda e é remetida para a fase de consulta pública.
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Ago 2005: Fax e Carta enviados ao
presidente da CMG, com o historial do processo, bem como os vários
pontos de desacordo. CPUG propõe nova reunião para debater o assunto,
sem sucesso
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Mai 2006: Após várias tentativas para
marcar uma reunião para retomar o assunto, CPUG e CMG reúnem-se,
havendo do lado da CMG um novo representante: o vice-presidente Aníbal
Cordeiro. CPUG refuta novamente a posição anteriormente expressa pela
CMG e apresenta historial. CMG propõe reunião entre CMG, CPUG e
Portela para desbloquear a situação ainda durante Maio.
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Mai 2006: CMG transmite a CMG que Portelas
rejeitam reunião, por do seu ponto de vista não haver nada a discutir.
CMG propõe uma contrapartida de 5.000 Contos que os Portela pagariam à
urbanização, ficando na posse dos dois lotes a formar.
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Jul 2006: CPUG formaliza a sua posição em
carta para a CMG, solicitando reunião para a poder defender.
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Jul 2006: CPUG e CMG reúnem-se novamente.
CMG admite ter chegado a acordo verbal com o casal Portela da divisão
do terreno em dois lotes, ficando os dois na sua posse. CPUG discorda
deste acordo que é lesivo dos interesses dos proprietários da
urbanização e considera a proposta baixa. Contrapõe com uma solução
para desbloquear impasse: os Portela venderiam o terreno a um conjunto
de proprietários; o terreno seria então dividido em dois lotes e
vendidos. Ressarcidos os proprietários, a mais valia reverteria para a
conta da urbanização. CMG ficou de apresentar a proposta aos Portela e
perguntar quanto queriam pelo terreno.
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Ago 2006: CMG transmite à CPUG que o casal
Portela não sabia quanto pedir pelo terreno e contra propõe que a
urbanização faça uma oferta. CPUG insiste para que os Portela
estabeleçam um preço.
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Costa Terra
No âmbito do PROTALI, está previsto um único
acesso à praia, a sul do parque de campismo. Embora tivesse ficado
combinado com CPUGs anteriores, a CPUG não foi tida em conta nas
decisões sobre acessibilidades, nem sequer informada das mesmas de forma
privilegiada. A informação que se obteve foi através da comunicação
social.
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Nos diversos contactos com a CMG, a CPUG
mostrou sempre a sua preocupação face ao acréscimo de circulação e
estacionamento automóvel nos acessos à urbanização.
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Outro ponto de preocupação foi o acesso à
praia. Está previsto um único acesso, a sul do parque, mas como a
grande densidade de utilizadores será na parte norte do Costa Terra
que fica precisamente ao lado da nossa urbanização, a CPUG teme que o
acesso existente seja inundado por utentes da Costa Terra.
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A este respeito a CMG mostrou-se contra um
acesso único, tendo o seu presidente garantido que tudo faria para que
fosse revista.
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A CMG informou também que todo o
empreendimento Costa Terra será vedado, pelo haverá menos
possibilidade de atravessamentos pedonais a direito pela nossa
urbanização e pelo actual acesso.
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No entanto, nada impede estes utilizadores
de pegarem no carro e estacionarem junto ao lote 5, como hoje já
acontece com outros visitantes à urbanização.
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Eleição da nova Comissão para o
período de Setembro de 2006 a Agosto de 2008
Perguntou-se a todos os presentes sobre o
seu interesse em fazerem parte da nova Comissão. Apenas o vizinho do
Lote 86, Joaquim Lúcio de Jesus, se mostrou disponível para integrar a
CPUG. A comissão actual ficou de procurar potenciais candidatos após a
reunião, uma vez que será indispensável ter um mínimo de três elementos
para se conseguir dar seguimento aos assuntos em curso.
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