|
_________________________________________________________________________________________
É realmente cansativo andar sempre
com o bloquinho ao colo, para mais persistindo a dúvida sobre se ele ainda
cresce ou se fica mesmo assim.
Os outros dirigentes partidários deviam era estar calados pois não sabem o
que é gerar um bloquinho, adoptaram os seus já eles criavam barba quando não
guedelhas grisalhas.
Quer se trate de pregar aos peixes, aos candidatos imaturos ou aos poetas
zangados o “padre vermelho”, como carinhosamente é referido, não poupa
retórica.
A sua clarividente e revolucionária proposta de novo imposto sobre as
“grandes fortunas” é a versão digital do preceito bíblico que calibrava os
ricos e os camelos pelo cu de uma agulha.
Como diria S. Durão do Barroso:
se há bichas nos hospitais
e falhanços nas pensões
não há TGV no Tejo
nem Ota com aviões
Fernando Penim Redondo
- Novembro 2005 |